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segunda-feira, 1 de junho de 2015

O fotógrafo Gerardo Castello Lopes

Nascido em Vichy (França), em 1925, viveu ao longo da sua vida em LisboaCascais e Estrasburgo.
Licenciado em Economia, dedicou a sua vida ao cinema e à fotografia.
Herdeiro e gerente da distribuidora de cinema Castello-Lopes, fundada pelo seu pai, foi também assistente de realização.
Foi crítico de cinema e  assistente de encenação de duas óperas.
Fotógrafo a partir de 1956, desenvolveu a sua criação de forma autodidacta (aprendeu sozinho) seguindo os ensinamentos de Henri Cartier-Bresson (fotógrafo francês) e com a influência da pintura, da escultura, do cinema e da própria fotografia
Os fundamentos técnicos da fotografia, apreendeu-os através de revistas e livros estrangeiros da especialidade.
Os seus temas favoritos foram as cenas de rua, pessoas fotografadas de costas e a cidade, com o movimento dos carros e transportes públicos. Um outro tema que explorou foi  a água. Fascinavam-no os reflexos causados por um espelho de água.
Realizou dezenas de exposições individuais e participou em diversas exposições colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Faleceu em 2011 em Paris.







Retrato de Gerardo Castello Lopes

segunda-feira, 9 de março de 2015

FOTOMONTAGEM

A chegada do nazismo ao poder na Alemanha foi, necessariamente, uma das principais tragédias do século XX. Até a atualidade, historiadores discutem se a ascensão política de Adolf Hitler teria sido favorecida pela complacência da população, arrasada pela inflação do período entreguerras e, portanto, vulnerável a discursos populistas. Nem todos, contudo, abandonaram a resistência naquele momento. John Heartfield (1891-1968) foi um artista plástico que usou a técnica da fotomontagem.
Heartfield chamava-se, na verdade, Helmut Herzfield. O fotógrafo, designer gráfico e cenógrafo adotou o nome anglicizado em 1916, em protesto contra a xenofobia germânica em relação à Inglaterra. Nas obras, ele não tem pudor em arrasar o regime de Hitler.
O líder nazi aparece  num exame de raio X com uma suástica no lugar do coração.









segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

MAN RAY, um fotógrafo pintor ou um pintor fotógrafo?


 


 "Em lugar de pintar pessoas, comecei a fotografá-las e desisti de pintar retratos ou melhor, se pintava um retrato, não me interessava em ficar parecido. Finalmente concluí que não havia comparação entre as duas coisas, fotografia e pintura. Pinto o que não pode ser fotografado, algo surgido da imaginação, ou um sonho, ou um impulso do subconsciente. Fotografo as coisas que não quero pintar, coisas que já existem."


 Man Ray - pseudónimo de Emmanuel Rudnitzky, formado por duas pequenas sílabas, que significam  homem (man), e raio (ray) de luz ou de sol.

Foi um dos fotógrafos mais importantes do século XX, mas também  pintor e realizador cinematográfico. Começou a sua carreira artística como pintor e a partir de 1914-15 depois de ter comprado uma primeira câmara para fotografar os seus quadros, desenvolveu uma obra fotográfica que conjugou de uma forma criativa uma grande capacidade plástica com um enorme rigor técnico.

Nas suas fotografias podem-se destacar várias linhas de força, como o jogo de luz-sombra, visível em quase toda a sua obra.  
 
Também nas suas séries de fotogramas, que Man Ray apelidou de "rayographs" ou "rayograms", são visíveis imagens que preservam a ambiguidade dos objectos expostos à luz e que incluíam a sua sombra. A execução dos fotogramas é "automática", pois não requerem câmara fotográfica para a sua realização, apenas uma qualquer fonte de luz sobre formas e objectos, a sua realização é instantânea e cada fotograma é único, pois é impresso directamente em papel fotográfico, não possuindo por isso película negativa.


Destaque também para os inúmeros retratos realizados ao longo de décadas por Man Ray de personalidades do meio artístico, artistas plásticos, escritores, músicos e compositores, actores...
  Picasso


Além de ter sido um artista com notáveis capacidades de observação e composição, Man Ray desenvolveu um grande trabalho de laboratório, aprofundando e desenvolvendo técnicas fotográficas como a solarização/efeito Sabatier, os fotogramas, a exposição múltipla e diversas técnicas originais de sensibilização e impressão fotográficas.

Autorretratos
 

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

História da fotografia

 ROBERT DOISNEAU
O beijo, Paris, 1950

VICTOR JORGENSEN
Kissing the war goodbye, 14 de agosto de 1945, Nova Iorque

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Evolução dos equipamentos fotográficos - identificação dos seus componentes


Máquina fotográfica instantânea, compacta, marca Fujifilm.


Máquina fotográfica compacta, objetiva olho de peixe, lente côncava
Máquina fotográfica instantânea Polaroid mecânica
Máquina fotográfica reflex, marca Pentax
Máquina fotográfica Reflex, marca Zenit
Máquina fotográfica fotográfica analógica, compacta.
Máquina fotográfica lomográfica.
Máquina fotográfica infantil, com dois visores e pegas, marca Fisher Price.
Máquina fotográfica digital, compacta, marca HP (Hewlet Packard)
Máquina fotográfica,  marcaYashica, analógica, Reflex.
Máquina fotográfica compacta Sony Mavica, compacta, 
Máquina fotográfica Pinhole
Máquina fotográfica Pinhole