segunda-feira, 20 de abril de 2015

Formatos de imagem

BITMAP
O formato BMP armazena fotos e gráficos em pequenos quadrados chamados pixels. Quanto maior o número de pixels numa fotografia, maior a qualidade da imagem.
Pixels.
Isso resulta em arquivos de tamanhos grandes demais para compartilhar na internet e, por esta razão, surgem os formatos de compressão, capazes de diminuir o tamanho dos arquivos e facilitar o envio e o recebimento de dados.

JPEG
A extensão JPG é, sem dúvida, a mais popular. Ela é gerada pelas máquinas fotrográficas digitais e pode ser aberta em quase todos os programas para edição de imagens. Além disso, é o formato padrão para enviar fotografias para redes sociais.

A grande característica do JPG é a possibilidade de compressão. Enquanto o BMP guard a imagem pixel por pixel, o JPG é capaz de gerar blocos de pixels e, portanto, menos informação para armazenar.

 O JPG é facilmente enviado por email e mensagens instantâneas. Além disso, é ideal, também, para armazenamento de arquivos sem ocupar muito espaço na memória do computador.

O JPG apresenta uma perda significativa de qualidade sempre que se comprime o arquivo. Cada vez que se guarda uma versão de uma fotografia em JPG, novos blocos de pixels são gerados e há perda de qualidade, o que  é inevitável. 
Observa a comparação das imagens abaixo. A primeira versão, com total qualidade. Em seguida, duas novas versões da mesma imagem em JPG, mas com qualidade inferior – o que significa um arquivo menor.

JPG de alta qualidade.
JPG de alta qualidade.
JPG de média qualidade.
JPG de média qualidade.
JPG de baixa qualidade.
JPG de baixa qualidade.

Observa como o JPG cria blocos de pixels cada vez maiores, quanto menor for o arquivo para armazenar. A primeira imagem é um detalhe do JPG de alta qualidade, com 330 kb. A segunda tem média qualidade e tamanho de 26 kb. Por fim, a imagem JPG de baixa qualidade, com 11,7 kb.
Detalhe da imagem.  Detalhe da imagem.  Detalhe da imagem.
Por esta razão, o JPG é indicado, principalmente, para armazenamento e não para edição de imagens.

RAW
Fotógrafos profissionais costumam aderir à extensão RAW (considerado o “negativo” da imagem digital) quando precisam fazer edição de imagens pois a qualidade é infinitamente superior e não há perda de qualidade a cada edição.
 
GIF
O GIF é muito utilizado, principalmente para criar imagens animadas. Esta extensão já foi muito popular na internet e é uma das mais antigas.

É um formato de compressão que não implica em tanta perda de qualidade quanto o JPG.

PNG 
Este formato, mais recente, também traz compressão de arquivos sem perder qualidade.

Por esta razão, o PNG vem substituindo o GIF. Ambos suportam imagens com transparência e animações, mas a qualidade do PNG é infinitamente superior.

O PNG é o formato ideal para a internet.
Observa a diferença de qualidade ao guardar a mesma imagem em PNG e  GIF:
PNG   GIF
A mesma imagem em formato PNG e GIF, respectivamente.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Um artigo muito interessante!


Tradução livre deste artigo:

Queres tirar excelentes fotografias?
Tens de compreender 3 coisas:
ABERTURA DO DIAFRAGMA - VELOCIDADE DO OBTURADOR - ISO

A ABERTURA DO DIAFRAGMA controla a luz que passa pela lente da câmara fotográfica. Se disparas com a abertura mais pequena, uma pequena quantidade de luz consegue passar. 
Por exemplo, tens de tirar uma fotografia num local muito luminoso, como corriges isso? Muito simples: escolhe uma abertura mais pequena. A abertura mede-se com "f-stop". Um "f-stop" maior significa uma abertura menor. Um "f-stop" menor significa uma abertura maior.

A VELOCIDADE DO OBTURADOR é o tempo que o obturador abre para permitir a entrada de luz até ao sensor da câmara digital. É medida em frações de segundo. Uma velocidade maior é usada para fotografar de dia, uma velocidade lenta permite a entrada de mais luz numa fotografia noturna.

 ISO está relacionado com o nível de sensibilidade da máquina para  a luz disponível no ambiente que vamos fotografar. Um número baixo de ISO representa baixa sensibilidade à luz enquanto que um número alto significa alta sensibilidade. A desvantagem em usar uma sensibilidade mais alta é que produz imagens com muito grão.


Estas três variáveis  têm de funcionar em conjunto para se obter fotografias corretamente expostas: nem demasiado claras (sobre expostas), nem demasiado escuras (sub expostas).
Por exemplo, ao meio dia, estamos em presença de muita luz do sol. Com uma abertura pequena do diafragma, controlamos a entrada de luz. Significa que  o sensor da câmara precisa de um pouco mais de  tempo para captar a luz ambiente, ou seja a velocidade do obturador terá de ser mais lenta. ISO 100 nestes casos é adequado.
Se fotografarmos à noite, num ambiente de luz artificial dentro de casa, por exemplo, devemos aumentar a abertura do diafragma, reduzir a velocidade de obturação e aumentar o ISO, caso necessário.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Semana da Escola

 Exposição de História
 Exposição de EMRC
 Cantafest
 Torneio de voleibol
Tornei de voleibol

segunda-feira, 9 de março de 2015

FOTOMONTAGEM

A chegada do nazismo ao poder na Alemanha foi, necessariamente, uma das principais tragédias do século XX. Até a atualidade, historiadores discutem se a ascensão política de Adolf Hitler teria sido favorecida pela complacência da população, arrasada pela inflação do período entreguerras e, portanto, vulnerável a discursos populistas. Nem todos, contudo, abandonaram a resistência naquele momento. John Heartfield (1891-1968) foi um artista plástico que usou a técnica da fotomontagem.
Heartfield chamava-se, na verdade, Helmut Herzfield. O fotógrafo, designer gráfico e cenógrafo adotou o nome anglicizado em 1916, em protesto contra a xenofobia germânica em relação à Inglaterra. Nas obras, ele não tem pudor em arrasar o regime de Hitler.
O líder nazi aparece  num exame de raio X com uma suástica no lugar do coração.









quinta-feira, 5 de março de 2015

MÁQUINA FOTOGRÁFICA ANALÓGICA/ aula de dia 6 de março: tarefa a realizar


1. Ver o vídeo desta notícia com a turma:

http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/fotografia-analogica-da-paixao-a_4598.html

2. Registar num documento word uma lista de termos relacionados com fotografia, conhecidos ou não.

3. Procurar a definição dos termos não conhecidos e acrescentar no documento.

4. Explorar os links sugeridos na notícia. Ler e registar informações interessantes no documento.

5. Enviar o documento para manuelarolao@ebaal.com

Bom trabalho!

segunda-feira, 2 de março de 2015

A ampliação...

 ...é o termo usado para a passagem do negativo a positivo em papel.

Em primeiro lugar, é necessário cortar o negativo em grupos de quatro fotogramas e armazenar cuidadosamente para não o danificar. Deve manusear-se sem colocar os dedos na superfície do negativo.

Em segundo lugar, preparam-se os químicos revelador, banho de paragem e fixador, de acordo com as proporções indicadas nas embalagens.

De seguida, realiza-se a prova de contacto: esta é a imagem positiva obtida pela exposição do contacto do negativo com a folha de papel fotográfico. 
Para que serve? 
A prova de contacto torna possível ver todas as imagens positivas de um filme negativo numa folha de papel fotográfico e escolher, através destas "pequenas amostras", as imagens a ampliar. 
Como se faz?
No laboratório, com as luzes de segurança ligadas, colocam-se os negativos sobre uma folha de papel fotográfico por baixo da luz do ampliador. Utiliza-se um vidro limpo sobre os negativos para que estes fiquem em contacto com o papel.
Expõe-se à luz e procede-se à revelação e fixação.

Em terceiro lugar, analisam-se as provas de contacto e selecionam-se os negativos que deverão ser ampliados. Os que se encontram sub ou sobre expostos podem eventualmente ser corrigidos na ampliação, alterando o tempo de exposição.

Em quarto lugar, realiza-se um teste de tiras para escolher o tempo de exposição ideal. Procede-se da seguinte maneira: coloca-se o negativo no porta negativos e liga-se o ampliador. Realiza-se a focagem da imagem projetada. Coloca-se o filtro vermelho do ampliador e retira-se uma folha de papel da caixa, pondo-a debaixo do ampliador. Pode colocar-se um vidro por cima de modo a fixar o papel. Marca-se 1 segundo no temporizador do ampliador. Com uma folha de cartão, por exemplo, tapa-se o papel fotográfico, à exceção de uma tira. Expõe-se durante 1 segundo. Afasta-se um pouco mais o cartão e expõe-se novamente 1 segundo, continuando com este procedimento até destapar a imagem por completo.
Revela-se e fixa-se a fotografia. Analisando-a, decide-se qual o tempo de exposição ideal.

Procede-se à ampliação com o tempo de exposição escolhido.